RUA  SENADOR  VERGUEIRO  -  LADO  PAR


( esquina da Praça José de Alencar )

Nº 2 - Residência do Visconde do Cruzeiro - Residência de Alfredo Pacheco - Edifício José de Alencar - Churrascaria Recreio - Em 1878 os lotes 2, 4 e 6 pertenciam ao Conselheiro Jeronymo José Teixeira Junior, o Visconde do Cruzeiro, que mais tarde daria seu nome a uma rua em frente ao Bennett, na Marquês de Abrantes.  Em 1907 era a residência do engenheiro Alfredo Miranda Pacheco, que pouco depois mudou-se para uma ampla mansão no nº 123, na esquina da Rua Cruz Lima, hoje o Edifício Ângela.

A partir dos anos 1940-50, já como Edifício José de Alencar e numerado pela Praça do mesmo nome, abrigava a Churrascaria Parque Recreio (quem, daquela época, não se lembra do Jacob, do Teixeirinha, do Toninho, do Espanhol e do Dotô, servindo até as duas da madrugada fregueses como Nelson Rodrigues, cuja mesa era frequentada pelo que de melhor então havia na intelectualidade carioca?).  Hoje há o Restaurante Devassa no térreo, de frente para a Praça.

(FOTO)

Nº 14 - Solar do Comendador Cândido Mendes - Edifício Jaime Brandão - O Solar fora construido nos anos oitocentos, em extenso terreno de formato triangular, e era limitado pelo Sítio do Catete (José de Alencar), Caminhos Velho (Senador Vergueiro) e Novo (Marquês de Abrantes) de Botafogo e Travessa do Guedes (Tamoios).

Note-se que na época a Paissandu só existia entre o Palácio Guanabara e a Marquês de Abrantes, e somente foi aberta até a Praia do Flamengo após o Conde d'Eu haver comprado na década de 1880 os terrenos necessários para essa expansão.   De 1900 a 1903 foi a residência dos padres que fundariam mais tarde o Colégio Santo Inácio, em Botafogo.

O Comendador Cândido Mendes já figura como seu dono em 1908.   Era advogado e redator-gerente do Jornal do Brasil.   Em meados dos anos novecentos a casa foi demolida e o terreno desmembrado em 3 lotes:   em 1978 já consta num deles, o de nº 14 da Senador Vergueiro, o Edifício Jaime Brandão;   outro lote, o de nº 20, foi por muitos anos um estacionamento de veículos, estando hoje ocupado pelo edifício Residências Senador Vergueiro;   o terceiro lote recebeu a construção de um prédio residencial, com endereço pela Marquês de Abrantes nº 11.

Nº 18 - Residência do Dr. Mario de Oliveira Roxo - Em 1913 ali residia o Dr. Mario de Oliveira Roxo, então diretor da Cia. Madeiras Nacionais e que tinha sido, em 1906, o engenheiro responsável pela construção da Avenida Beira-Mar (atuais Praia do Flamengo, Avenida Osvaldo Cruz e Praia de Botafogo), durante a administração do Prefeito Pereira Passos.   Residiu anteriormente no nº 94.

Nº 20 - Edifício Residências Senador Vergueiro - De construção recente.

Nº 26 - Edifício ......... - Pequeno prédio, dos anos 1940, com apenas 5 andares.

Nº 30 - Edifício Galles - Em 1950 abrigava as Embaixadas da Colômbia e do Paraguai, e o Consulado da Itália.  Na curva da esquina da Rua Paissandu.


( esquina da Rua Paissandu )


  Leila do Flamengo - Senador Vergueiro 36

Nº 36 - Edifício Barroso - Da década de 1930, na esquina da Rua Paissandu, fronteiro ao Restaurante Garota do Flamengo.  Em 1974, na loja 36-C estava a Hippie Discos.  Nos anos mais recentes, essa loja abriga o escritório eleitoral da Vereadora Leila Maywald (Leila do Flamengo - DEM-RJ), intransigente defensora do bairro no âmbito da Câmara Municipal.

À semelhança do Edifício Terra e Mar (veja nº 44, a seguir), a portaria da parte residencial do edifício está na Rua Paissandu nº 73, havendo lojas nessa rua e na Senador Vergueiro.

Nº 40 - Edifício Castro Lima - De 1939, construção de Brandão, Magalhães.  Na esquina da Travessa dos Tamoios.

    Projeto original do Edifício Castro Lima, aprovado pela Prefeitura em março de 1939.


  Poly Modas - Senador Vergueiro 40

Desde 1945 e até hoje, ali está a loja da Poly Modas, uma tradição do comércio do bairro, fundada por Albert Vaizer e sua mulher Poly.

Seu atendimento personalizado e o sempre renovado estoque de moda feminina fazem a alegria de sua fiel clientela.


( esquina da Travessa dos Tamoios )

Nº 44 - Edifício Terra e Mar - Construido pela Servenco em 1960, na esquina da Travessa dos Tamoios.  Suas lojas com frente para a Senador Vergueiro têm numeração por esta rua e as lojas ao longo da Travessa são numeradas por ela.  A portaria da parte residencial do prédio está no nº 7 da Travessa.

Edifício Terra e Mar em duas visões: o projeto original e uma foto do edifício já nos anos 1980.   Imagens dos arquivos da Servenco, a maior incorporadora de imóveis no bairro, com mais de 50 prédios construidos no Flamengo, entre 1953 e o final do século/milênio.

A partir do Nº 44 - Terrenos foreiros ao Mosteiro de São Bento - A Abadia Independente (Abbadia Nulius) de Nossa Senhora de Monteserrate, dos padres beneditinos do Mosteiro de São Bento, obteve na época da fundação da cidade extensas sesmarias no Flamengo e Botafogo, região então chamada genericamente de Carioca.

Seus limites foram durante muito tempo discutidos, até que, em 1928, uma comissão arbitral deu-lhe contornos definitivos:  começando no Morro Azul, vem numa reta pelo lado ímpar da Travessa dos Tamoios (lado do Instituto Bennett), segue pelo lado par da Rua Senador Vergueiro, continua pela Praia de Botafogo até o Colégio da Imaculada Conceição, onde inflete até o Morro Mundo Novo (onde hoje está a Universidade Santa Úrsula) e pela base dele retorna até encontrar o ponto de origem no Morro Azul, no terreno da Casa dos Expostos.

(MAPA)

Isso significa que qualquer transação imobiliária nessa área será onerada com o pagamento de laudêmio à Abadia, ficando também sujeita à taxa anual de fôro, a menos que esse seja remido, quando então o adquirente passa a ter o domínio total de sua propriedade.

A Revista do IHGB - Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no ano de 1929, transcreveu o laudo dos Drs. Rodrigo Octavio, Alvaro Berford e Gentil de Moura, e aprovado pelo Juiz Arbitral, em contraposição ao apresentado pelos peritos da Prefeitura, Drs. Afranio de Mello Franco, Eduardo Espinola e Rocha Pombo.

É a área conhecida pelos nomes, entre outros, de "Carioca" e "Chácara São Bernardo".

Nº 50 - Bahia Hotel - Em 1940, logo após a esquina da Travessa dos Tamoios. Em 1941 o terreno foi desmembrado nos nº 44 e 50.

Nº 56 - Legação da Itália - Em 1913.

Nº 62 - Colégio Americano Fluminense - Instituto Bennett - Em 1907-08 era o colégio.   A partir de 1922, o Bennett.

(FOTO)

Nº 66 - Edifício Tapir - De 1950, projeto do arquiteto Jorge Moreira (1904-1992).   O Centro de Arquitetura e Urbanismo, da Secretaria Municipal de Urbanismo, exibiu seus trabalhos em exposição realizada nos meses de março a maio de 1999, em sua sede na Rua São Clemente, em Botafogo.

Por pouco o Edifício Tapir deixaria de ser construído, pois em 1941 houve um projeto que tramitou na Prefeitura, para que a Rua Tucuman fosse prolongada até a Rua Marquês de Abrantes, com a demolição de vários prédios do Instituto Metodista Bennett, inclusive a bela sede, que havia sido a residência do médico Miguel Couto nos anos 1910-20.

Felizmente o bom senso prevaleceu, tendo o projeto sido indeferido em 2.8.1942 e arquivado, e restando o PA nº 3.609, reproduzido a seguir, como prova da tentativa frustrada.

Projeto de Alinhamento nº 3.609, de 1941-42, quando se pretendia prolongar a Rua Tucuman até a Marquês de Abrantes, com a desapropriação de boa parte dos terrenos e prédios do Bennett.  Dos arquivos da Secretaria Municipal de Urbanismo.

Nº 70 - Edifício Jardim da Praia - Em 2007, é o edifício residencial na curva fronteira à Rua Tucuman.

Nº 92 - Edifício Capibaribe - De 1937, um art-déco de 15 andares em sólida construção no centro de grande terreno, com belas palmeiras nos jardins.  Seguramente, um dos endereços mais nobres, senão o mais nobre, da Rua Senador Vergueiro.

Edifício Capibaribe, na Rua Senador Vergueiro nº 92.  Foto de n/arquivos (2007).

Nº 98 - Edifício Sultana - Cinema Kelly - Banerj - Banco Itaú - De 1960, teve inicialmente na sua loja o Cinema Kelly, de propriedade do deputado federal Manoel Waisman (MDB-RJ, década de 1970).  Como o cinema não pertencia a nenhuma das grandes redes de exibidores do Rio, e por isso sem acesso aos bons lançamentos, sua existência foi efêmera, com a primeira exibição em ..../..../19...., mas fechando as portas em ..../..../19.....

Instalou-se então na loja uma agência do BEG (Banco do Estado da Guanabara), que foi transformado em Banerj com a fusão dos dois estados, e mais tarde adquirido pelo Banco Itaú.

Nº 106 - Edifício Inage - Residencial, sem lojas, de 1950.

Nº 110 (antigo nº 32) - Residência de José Dias da Cruz Lima - Sobrado, em 1879.  Cruz Lima foi Guarda-Roupa de Dom Pedro II, Oficial Maior da Diretoria Geral dos Correios (o equivalente atual ao cargo de Vice-Diretor) e diplomata brasileiro junto ao Governo do Uruguai e ao Vaticano.

Já havia sido anteriormente o nº 8 do antigo Caminho Velho de Botafogo.  Não mais existe.  Ficava em frente à casa que foi no início do século XX a residência de Epitácio Pessoa e nos anos 1950 sede do IBEU (Instituto Brasil-Estados Unidos), e hoje é o nº 103, Edifício Tatiana.  Corresponderia à parte dos lotes dos atuais Edifícios Inage (nº 106) e Ametista (nº 114, Hortifruti/Bela Guanabara), conforme nos mostra o PA nº 511 de 1912.

Projeto de Alinhamento nº 511 (parcial) de 1912 - com a numeração antiga e a nova da Rua Senador Vergueiro.  Do arquivo da Secretaria Municipal de Urbanismo (2007).

Nº 114 - Sonofilmes - Edifício Ametista - Em 1945, Sonofilmes S/A, produtora do ramo cinematográfico.  Nas décadas de 1970-90, Supermercado Nova Olinda e Confeitaria Bela Guanabara nas lojas do edifício.  Em 2007, a loja da esquerda é mais uma da rede Hortifruti, mas a confeitaria continua na outra loja.

Nº 116 - Edifício Macahé - Prédio residencial dos anos 1930-40.

Nº 118 - Palacete São Jorge - Construido em 1945 pelo IAPI, Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários.

Nº 124 - Edifício Aramis - Construido em 1962 também pelo IAPI.  Tem portaria pela Rua Fernando Osório 41 e entrada de garagem pela Senador Vergueiro.


( esquina da Rua Fernando Osório )

Nº 128 - Edifício Bartyra - Construido em 1945.  Tem portaria e garagem pela Fernando Osório.

(FOTOS)

Nº 138 - Residência de João Gouvêa Vieira - Edifício Presidente Antonio Carlos - Até 1950 ali residia a Familia Gouvêa Vieira.  Na década de 1950 foi levantado o atual edifício, com três blocos.  A Construtora Pederneiras foi a empresa que o construiu, com o "habite-se" recebido em 1955.

Nº 144 - Riviera Modas - Em 1945-50 era uma casa, com a loja Riviera Modas.

Nº 146 - Residência de Fausto Couto - Edifício General Gurjão - Em 1950 era a residência de Fausto Couto.  Na década de 1960 foi construido o Edifício General Gurjão.

Nº 150 - Atheneu Philomatico - Em 1917, colégio.  Seu diretor era J. V. Boscoli.  "Philomatico", segundo Aurélio, significa "o que ama as ciências".

Nº 154 - Residência de J. C. Figueiredo - Solar Visconde de Figueiredo - Em 1937, residência da viúva do Visconde de Figueiredo.  Em 1950, já estava sendo construido o atual edifício, mas a obra foi paralisada, porque a Construtora Bogado & Oliveira faliu.  Algum tempo depois, foi recomeçada a construção do Solar Visconde de Figueiredo, finalmente entregue em 19.....  Nele residiu o engº Hildebrando de Araujo Goes, que havia exercido o cargo de Prefeito do Distrito Federal na segunda metade da década de 1940, durante o governo do Presidente Eurico Gaspar Dutra.

Nº 164/170 - Palacete Diogo Velho - Edifício Presidente Rodrigues Alves - No local do atual nº 170 existia no antigo nº 164 no final do século XIX o Palacete Diogo Velho, mandado construir pelo Senador Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque, Visconde de Cavalcanti.  O arquiteto foi o italiano Pedro Bosisio.  Com a morte de seu marido, a Viscondessa de Cavalcanti continuou ali residindo por algum tempo.  Nessa época (1878) o nº era 40.



  Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque


  Visconde de Cavalcanti


  (imagem do site do Itamaraty: http://www.mre.gov.br)





  Presidente (1902-06) Rodrigues Alves

Depois, a chácara foi comprada pelo Conselheiro Francisco de Paula Rodrigues Alves (1848-1919), de onde ele saiu para ser Presidente da República em 1902-06, sucedendo a Campos Salles.  Após a morte de Rodrigues Alves, a mansão continuou na posse de seus herdeiros, figurando Rodrigues Alves Filho nos catálogos de telefone de 1950-77.





  Artur Nunes Coimbra, o Zico

  Reconhecidamente, o maior jogador do Flamengo em todos os tempos





Em 1977, a área foi finalmente negociada pela Servenco, que construiu no terreno o Edifício Presidente Rodrigues Alves, com ampla cobertura publicitária na imprensa e na TV, em que foi figura principal o jogador do Flamengo e da seleção brasileira de futebol Artur Nunes Coimbra, o Zico.

Comprovando a força da propaganda, até hoje o prédio, habitado a partir de 1979, é conhecido no bairro como o "Edifício do Zico".

Ao lado, o Edifício Presidente Rodrigues Alves.

(anúncio de lançamento)

Nº 172 - Armazém Gaio Marti - Precursor dos atuais supermercados, o sempre bem abastecido armazém Gaio Marti, inicialmente Gaio Martins & Cia., já se encontrava nesse endereço desde 1910 e resistiu à especulação imobiliária até os anos 1950-60.

Nº 174 - Garagem Charles Meyer - Garagem Vitória - Edifício Charrua - Em 1915, Garagem Charles Meyer.  E em 1940-50, Garagem Vitória.  Já na década de 1970, o atual Edifício Charrua.

Nº 178 - Garagem Continental - Em 1915, Garagem Continental.  Já não mais existe.

Nº 182 - Edifício Gurupy - Da década de 1960, residencial.

Nº 186 - Novaquímica Laboratório - Em 1974, num sobrado na esquina de Marquês de Paraná.

S/Nº - Caixa de Socorro Policial - Em 1912 havia nessa esquina uma Caixa Telefônica para pedido de socorro policial, com o telefone nº 323.  Bons tempos...


( esquina da Rua Marquês de Paraná )

Nº 192 - Edifício Paraná - Dos anos 1930-40, residencial, na esquina da Marquês de Paraná.

Nº 198 - Edifício Corrêa - Da década de 1950, residencial.

Nº 200 - Edifício Senador Vergueiro (dos Bancários) - Construido pelo IAPB, o Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Bancários, na década de 1940.  Note-se o tamanho dos antigos terrenos, observando-se o atual Edifício dos Bancários, que vai da Senador Vergueiro até a Marquês de Abrantes.  Está no limite das chácaras do Marquês de Abrantes e do Marquês de Paraná.

Nº 218 - Edifício e Galeria Santa Eulália - Dos anos 1950, residencial, com galeria de lojas de pequeno comércio no térreo.

Nº 232 - Edifício Beberibe - Dos anos 1940, residencial.

Nº 238 - Residência de Carlos Rheingantz - Residência da Baronesa de Bonfim - Edifício Marco Sérgio - Até 1910, residência de Carlos Grandmasson Rheingantz, destacado membro do IHGB, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

Em 1910-56, residência de D. Maria Siqueira de Mesquita, Baronesa de Bonfim, viúva de José Jeronimo de Mesquita, 2º Barão de Bonfim, ele filho do Barão (depois Visconde e Conde) de Mesquita, por sua vez filho do 1º Barão/Visconde/Conde de Bonfim.

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Em 1963, falecida a Baronesa, o lote recebeu a construção do Edifício Marco Sérgio.  Durante uns poucos anos, abrigou o Teatro Carioca na sua loja, mas que logo encerrou suas atividades, tal como também viria a acontecer mais tarde com o Teatro Galeria do nº 93.

O Teatro Carioca foi inaugurado em julho de 1964, com a encenação da peça "My Fair Lady" ("Meu Querido Mentiroso"), com Nathália Timberg e Sergio Britto nos papéis principais.

Nº 250-A - Guarda Móveis Gato Preto - Edifício Dom Diogo - Desde o meio do século e até pelo menos 1967, ali funcionava o Guarda Móveis Gato Preto, que tinha outra filial no bairro, na Praia do Flamengo nº 180-A, na esquina de Machado de Assis.

Vendida a área para a Construtora Canadá, foi iniciada a construção de um prédio, logo paralisada por motivo da falência da empreendedora.  Mais de 20 anos depois, resolvidas as pendências na Justiça, em 1991, foi finalmente terminado e habitado o Edifício Dom Diogo.

Nº 266 - Legação da Bolívia - Edifício Siwa - Em 1932-37, endereço da Legação da Bolívia.  Já na década de 1970, Edifício Siwa, residencial.

Nº 272 - Edifício Panorâmico - Dos anos 1960.  É o último prédio do lado par da Senador Vergueiro, pouco antes da esquina da Praia de Botafogo.  O velho sobrado da curva, com várias lojas no térreo, já é numerado como Praia de Botafogo nº 122.

Edifício Panorâmico - à direita da foto, mal aparece no final da Senador Vergueiro, meio encoberto nos seus andares mais baixos pelo sobrado da Praia de Botafogo 122.  Foto de n/arquivo (2007).


( esquina da Praia de Botafogo )











 REPRODUÇAO  PARCIAL  DO  LIVRO  DE
 JOÃO  CRUVELLO  CAVALCANTI